
Inaugurada durante a Expogrande 2026, a Casa Real, estrutura do Grupo Real H instalada dentro do Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande, já começa a cumprir o papel para o qual foi criada: transformar o espaço em um ambiente mais ativo, movimentado e integrado ao agronegócio durante todo o ano.
A iniciativa marca um novo momento para o parque administrado pela Acrissul. A proposta é fazer com que o local deixe de ser utilizado apenas em grandes eventos, como a Expogrande e a Expogenética, passando também a receber encontros técnicos, leilões, reuniões empresariais, eventos corporativos e ações voltadas ao fortalecimento da pecuária e do agronegócio sul-mato-grossense.



A Casa Real é a primeira estrutura empresarial permanente instalada dentro do Parque de Exposições com foco em relacionamento, negócios e conexão entre produtores, empresas e instituições do setor. O projeto integra uma visão maior de criação de um futuro “shopping do agronegócio” dentro do parque, ampliando a presença do setor produtivo no espaço ao longo do ano.
Nos últimos dias, a estrutura recebeu um dos primeiros grandes eventos após sua inauguração: um leilão promovido pela Estância Bahia Leilões, reunindo criadores, empresários e lideranças do agro de Mato Grosso do Sul.
Segundo Marcelo Real, do Grupo Real H, o objetivo da casa vai além da utilização corporativa da empresa. A ideia é transformar o espaço em um ponto permanente de conexão do agro.
“Quando construímos essa casa, pensamos justamente em criar um espaço de relacionamento e geração de negócios. Não apenas para a nossa empresa, mas para todo o setor. O parque precisa ter vida durante o ano inteiro. Quanto mais movimento tivermos aqui dentro, mais fortalecemos a pecuária, os produtores, as empresas e o próprio agronegócio de Mato Grosso do Sul”, afirmou.

Marcelo também destacou a importância de iniciativas que incentivem outras empresas a investirem em estruturas permanentes dentro do parque.
“A ideia nunca foi concorrer com ninguém. Pelo contrário. Queremos fortalecer os parceiros e criar um ambiente onde o agro esteja presente diariamente. O parque não pode ficar ativo apenas durante grandes feiras. Precisamos trazer eventos, negócios e pessoas para dentro daqui o ano todo”, ressaltou.
O empresário ainda elogiou o trabalho desenvolvido por Guilherme Bumlai à frente da Acrissul e o novo direcionamento dado ao parque.
“Existe uma visão moderna sendo construída aqui. O Guilherme vem conduzindo esse processo com inteligência, buscando aproximar o setor produtivo da sociedade e valorizando ainda mais a pecuária. Esse tipo de investimento ajuda a fortalecer toda a cadeia do agro”, disse.
Para Maurício Tonhá, o “Maurição”, da Estância Bahia Leilões, iniciativas como essa ajudam a dar nova dinâmica aos parques de exposições brasileiros.
“Os parques de exposições costumam receber grandes eventos em períodos específicos do ano, mas acabam ficando subutilizados durante muitos meses. Quando surgem estruturas como essa, capazes de receber leilões, encontros e eventos técnicos, o parque ganha movimento, gera negócios e aproxima ainda mais os produtores”, destacou.
Segundo ele, a realização do evento dentro da Casa Real mostrou o potencial da proposta.
“Foi um evento extremamente positivo, com grande participação e muito relacionamento. Esse tipo de ambiente fortalece o agro e cria oportunidades para todo mundo”, afirmou.




A iniciativa também reforça o movimento da Acrissul em modernizar e ampliar o uso do Parque Laucídio Coelho, transformando o espaço em um centro permanente de negócios, inovação e relacionamento do agronegócio em Mato Grosso do Sul.
Além dos eventos ligados à pecuária, a expectativa é de que o espaço passe a receber reuniões setoriais, apresentações comerciais, encontros técnicos e projetos voltados à integração entre empresas e produtores rurais, ampliando o fluxo de visitantes e fortalecendo a presença do agro dentro da Capital.
Produção: Henrique Theotôni – Caderno Agro
Texto: Amanda Coelho – Caderno Agro
