
Durante muito tempo, produzir bem era suficiente para diferenciar uma propriedade. Hoje, porém, a competitividade do hortifrúti depende de fatores que ultrapassam os limites da porteira. Mercados exigentes, consumidores mais informados, novas regras sanitárias, desafios logísticos e oscilações comerciais exigem muito mais do que eficiência individual. Nesse cenário, cresce a importância das instituições que são capazes de conectar produtores, empresas, pesquisa e poder público. Ao organizar informações, representar interesses coletivos, promover produtos e estimular a inovação, as associações ajudam a transformar desafios comuns em soluções compartilhadas.
Na edição de julho da revista Hortifruti Brasil, publicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, a equipe traz como exemplos cinco entidades que atuam em prol da melhoria da governança do setor de hortifrúti. Mais do que apoiar cadeias específicas, as entidades contribuem para construir um ambiente mais competitivo, coordenado e sustentável para todo o hortifrúti brasileiro.
Você também encontra nesta edição:
ALFACE – Menor oferta em junho eleva preços
BANANA – Clima ameno prevalece e reduz oferta da nanica
BATATA – Com mais áreas sendo colhidas, preços recuam em junho
CEBOLA – Oferta nacional segue controlada, e margens são positivas
CENOURA – Cotações em MG seguem com patamares elevados em junho
CITROS – Escassez de limão sustenta alta nos preços
MAÇÃ – Com bons estoques e menor demanda, preço cai em junho
MAMÃO – Preço do formosa aumenta, mas o do havaí recua
MANGA – Cenário favorável impulsiona preços em junho
MELANCIA – Demanda fraca e menor qualidade pressionam cotações
MELÃO – Baixas temperaturas afetam comércio no Nordeste
TOMATE – Preços recuam a partir da segunda quinzena de junho
UVA – Mesmo com menor oferta de uva negra, qualidade pressiona valores
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Por: Cepea
